Segundo a autoridade monetária, a exposição ocorreu entre 26 de dezembro de 2024 e 30 de janeiro de 2025. Entre os dados envolvidos estão nome do usuário, CPF com máscara, instituição de relacionamento, agência, número e tipo da conta.
O Banco Central informou que o problema foi causado por falhas pontuais em sistemas da instituição financeira. A autarquia ressaltou que o incidente envolveu apenas dados cadastrais e não comprometeu informações protegidas por sigilo bancário, como saldos, senhas e extratos.
Embora o caso não exigisse divulgação obrigatória por apresentar baixo impacto potencial, o Banco Central afirmou que decidiu tornar o episódio público em nome do compromisso com a transparência.
Os clientes afetados serão comunicados exclusivamente por meio do aplicativo ou do internet banking do banco. A orientação é desconsiderar qualquer contato por telefone, SMS, e-mail ou aplicativos de mensagens sobre o assunto.
A autoridade monetária explicou que a exposição não significa necessariamente que todas as informações tenham sido efetivamente vazadas, mas que ficaram visíveis por determinado período e podem ter sido acessadas por terceiros. O caso será investigado e poderá resultar em sanções, que vão de multa até a exclusão da instituição do sistema Pix, conforme a gravidade.
De acordo com o Banco Central, todos os 21 incidentes registrados até o momento envolveram apenas dados cadastrais, sem exposição de senhas ou valores. A legislação de proteção de dados determina que a autoridade mantenha uma página pública com o histórico desses episódios.
A Agência Brasil informou que tenta contato com o Agibank e incluirá a manifestação da instituição assim que houver resposta.
Fonte: Agência Brasil.

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