Em matéria publicada no portal Metrópoles, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou a abertura de uma licitação para a compra de 12.850 caixas de papelão destinadas ao transporte e proteção das urnas eletrônicas nas eleições de 2026. O investimento total previsto é de R$ 2,193 milhões.
A reposição das embalagens é considerada estratégica pela Corte para garantir a integridade dos equipamentos durante o manuseio e o deslocamento para as seções eleitorais em todo o país.
Custo e Tecnologia das Embalagens
Embora o material principal seja o papelão ondulado, o TSE justifica o valor unitário de R$ 170,73 por caixa devido às especificações técnicas exigidas. Segundo o tribunal, a fabricação não é simples e as caixas precisam ser submetidas a testes de:
Durabilidade: Resistência ao uso contínuo e empilhamento.
Capacidade de Proteção: Absorção de impactos para evitar danos aos componentes sensíveis da urna.
Resistência ao Manuseio: Garantia de que a embalagem não se deformará ou rasgará durante o transporte logístico.
Desgaste Natural e Reposição
Apesar de serem itens duráveis, o TSE explica que a movimentação constante das urnas ao longo dos anos causa avarias naturais. "Com o uso, as embalagens vão se deformando ou rasgando, a ponto de impossibilitar sua reutilização", afirmou a Corte em memorando oficial.
Distribuição por Estados
A licitação detalha que a maior parte das novas embalagens será destinada a dois estados específicos que apresentam maior necessidade de reposição:
Rio de Janeiro: Receberá 3.200 unidades.
Paraná: Destinação de 1.100 unidades.
Contexto das Eleições 2026
A compra faz parte do calendário preparatório para o pleito de outubro. A manutenção adequada das urnas é um dos pilares da logística eleitoral brasileira, que movimenta centenas de milhares de equipamentos para os locais mais remotos do território nacional.
Com informações do Metrópoles

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