A decisão foi tomada em assembleias das entidades representativas da categoria, como a ADUFPB, a Aduepb e o Sintefpb. Além da rejeição à proposta em análise no Congresso, os professores também cobram o cumprimento de acordos de greve, o pagamento de progressões funcionais e a garantia da autonomia universitária.
Mobilização na UFPB
Segundo o presidente da ADUFPB, professor Edson Franco, a categoria está mobilizada não apenas contra o projeto, mas em defesa do serviço público como um todo. Ele reforçou que a proposta em debate “não é uma reforma, mas uma verdadeira demolição do serviço público”, com impactos sobre estabilidade, progressão de carreira e condições salariais.
Fonte: BdF/Política PB

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