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| Lula em Salvador: presidente abandona tom de frente ampla e convoca militantes para "guerra narrativa" nas eleições de 2026. (Fonte: UOL/Oeste) |
"Não tem essa mais de Lulinha paz e amor. Essa eleição vai ser uma guerra, e temos que estar preparados", afirmou o presidente, que se colocou como um "soldado na linha de frente".
Críticas ao Orçamento e ao "Mercado Eleitoral" Lula não poupou críticas internas e externas, afirmando que a política brasileira "apodreceu". Ele lamentou o que chamou de "mercantilização da política" e criticou o custo dos cabos eleitorais e candidaturas.
Emendas Parlamentares: O presidente criticou a bancada do PT por ter votado a favor da destinação de R$ 61 bilhões para emendas parlamentares no orçamento de 2026. "Para mim, não é normal. E o que eu acho grave é que o PT votou favorável", pontuou.
Redes Sociais: Orientou os apoiadores a não deletarem notícias negativas, mas a rebaterem os autores de forma agressiva.
Geopolítica e Ditaduras
O evento contou com a presença de embaixadores da China, Venezuela e Bielorrússia. Lula reafirmou o alinhamento estratégico com o governo chinês, chamando a parceria de "exitosa e respeitosa", e sugeriu que há um esforço do ocidente para isolar a China no mercado de minerais críticos.
Resolução do Partido Paralelamente ao discurso, a direção nacional do PT aprovou uma resolução que inclui:
Críticas ao Banco Central: Defesa da redução imediata da taxa de juros.
Escala 6x1: Apoio formal ao fim da escala de trabalho sem redução salarial.
Narrativa Política: Foco na construção de um discurso de soberania para vencer o pleito.

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