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| Imagem: reprodução/poder360 |
Segundo o texto, a instalação seria chamada de “Estação Terrestre de Tucano” e estaria localizada em Salvador, na Bahia, operando na sede da empresa brasileira Ayla Space. A companhia mantém parceria com a chinesa Beijing Tianlian Space Technology.
De acordo com o relatório, a estrutura é classificada como “não oficial” e daria à China capacidade para identificar ativos militares estrangeiros e rastrear objetos espaciais em tempo real no continente sul-americano.
O documento afirma ainda que a instalação forneceria à República Popular da China um canal para observar e influenciar a doutrina espacial militar brasileira, além de estabelecer presença permanente em região considerada estratégica para a segurança nacional dos Estados Unidos.
Parceria envolve análise de dados de satélites
A cooperação entre Ayla Space e Beijing Tianlian Space Technology é voltada, oficialmente, para análise de dados de satélites dentro do Brasil. O relatório norte-americano, no entanto, sustenta que infraestruturas com esse perfil podem ter potencial de uso dual — civil e militar.
Instalação na Paraíba também é citada
O documento também menciona o Laboratório Conjunto China-Brasil para Radioastronomia, localizado na Serra do Urubu, na Paraíba. O projeto é fruto de parceria entre o Instituto de Pesquisa em Comunicações da Rede de Ciência e Tecnologia Elétrica da China e duas universidades brasileiras:
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Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
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Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Firmado em 2025, o laboratório é voltado para pesquisas avançadas em radioastronomia. O relatório afirma que o instituto chinês envolvido integra a base industrial de defesa da China, o que, segundo o texto, poderia dar às pesquisas aplicações tecnológicas com potencial uso militar.
Rede de influência na América do Sul
O grupo do Congresso dos EUA sustenta que a China mantém ao menos dez bases classificadas como “secretas” na América do Sul. Segundo o relatório, essas parcerias estariam inseridas em estratégia mais ampla de ampliação de influência por meio de investimentos em setores considerados sensíveis, como tecnologia espacial e comunicações.
Até o momento, não houve manifestação pública das empresas citadas ou do governo brasileiro sobre as alegações contidas no documento norte-americano.
Com informações do Poder 360

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